Domingo, Junho 18, 2006

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Luís Rocha

Quarta-feira, Janeiro 25, 2006

projecto_Lisboa

Quinta-feira, Agosto 04, 2005

«projecto Imagine Conceptuale»


O projecto Imagine Conceptuale começou com uma interrogação: "que percepção terá da fotografia uma pessoa que não vê, ou que vê muito pouco?"
Em 2003 o fotógrafo Luis Rocha, em representação do MEF - Movimento de Expressão Fotográfica, decidiu interpelar sobre o assunto a APEDV - Associação Promotora de Emprego de Deficientes Visuais, e o resultado foram dois cursos para pessoas portadoras de deficiencias visuais extremas. O entusiasmo de poder "aumentar o real" até um ponto em que se torna perceptível, até para um amblíope em alto grau, aliou-se ao aliciante "conceptual" de produzir um objecto artístico cuja comunicação com o público se desse exactamente através do sentido que o autor menos domina: a visão. O resultado foi um empenho fortissimo, uma atenção desmesurada e um quotidiano cheio de novas descobertas: podemos fotografar o que ouvimos, o que sentimos, até o que imaginamos. Podemos produzir imagens que, ainda que não tenham nascido de uma conceptualização puramente visual, são visualmente significantes para quem as olha, e transmitem através do olhar aquilo que pode ser a sua ausência.
Destes primeiros cursos resultou uma exposição que esteve patente na Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira e depois no Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa.
[Texto de Sara Rodrigues - Gabinete de Produção / Oficina da Fotografia]

«“Outros Olhares” na Cidade do Rock»


Pessoas com deficiências visuais, sem-abrigo e jovens da freguesia de Marvila
fizeram o registo fotográfico do festival Rock in Rio - Lisboa.

Em parceria com o Rock in Rio-Lisboa os integrantes destes grupos
registaram as imagens dos melhores momentos do Rock in Rio-Lisboa,
num projecto inovador, coordenado pelo MEF - Movimento de Expressão Fotográfica
em conjunto com o Departamento de Acção Social da Câmara Municipal de Lisboa.
Após aulas e ateliers de fotografia, os participantes eternizaram,
o maior festival de Rock em imagens.

Assim, o Rock in Rio-Lisboa foi fotografado por três grupos de alunos
da Oficina de Fotografia do DAS / CML / E.M.F.:
pessoas com deficiências visuais
(APEDV - Associação Promotora de Emprego de Deficientes Visuais),
pessoas sem abrigo
(Revista CAIS e Plano Lx - Câmara Municipal de Lisboa),
e jovens de Marvila
(Casa de Marvila, Associação Jovem Orienta-te, Associação 3 de Agosto).
Cada um dos participantes foi por duas vezes à Cidade do Rock, realizando,
num primeiro momento, o registo fotográfico e aperfeiçoando o trabalho
desenvolvido na segunda visita.
Estive envolvido neste projecto
com os restantes elementos que constituem
o MEF e a Oficina da Fotografia
[NOTA: A IMAGEM PUBLICADA É DA MINHA AUTORIA
E NÃO SE REFERE A NENHUM DOS GRUPOS ACIMA REFERIDOS,
NEM A NENHUMA DAS PESSOAS CITADAS]

Quarta-feira, Agosto 03, 2005

«Cortinas»


Sala do Teatro-Estúdio Mário Viegas

«projecto_Lisboa»

Em 2005 inicio o projecto_Lisboa,
[Enquanto fotógrafo sempre quis ser um contador de histórias]
exposição colectiva MEF/Oficina da Fotografia.
Este trabalho encontra-se divulgado no

«El Desierto»







Munido da minha Amareluxa
[máquina pocket que saia numa ração de cão
e que me foi oferecida pelo meu Amigo Rui Luís,
e que deve o seu nome à sua cor; amarela]
sempre tive o ensejo de realizar o meu próprio Road Movie.
As fotos aqui mostradas fazem parte de uma dessas viagens.
Deserto em Espanha "El Desierto".

«Relatos Falsos para um Falso Diário [IV]»









Exposição "Relatos Falsos para um Falso Diário"
na Bienal de Fotografia de Vila franca de Xira

«Salamanca»






Fotografias realizadas em 2001

«Paris é uma miragem»


Imagens para programa (capa e contra-capa)
da peça de Teatro "Paris é uma miragem"
levada a cena pela Companhia Teatral do Chiado.

«Aldeias Históricas [II]»






Projecto iniciado no ano de 2000, com as Imagens Marginais.
[ainda não finalizado]

«Aldeias Históricas [I]»









Projecto iniciado no ano de 2000, com as Imagens Marginais.
[ainda não finalizado]

Segunda-feira, Agosto 01, 2005

«Minas de S. Domingos»







Trabalho sobre as Minas de S. Domingos – Mértola
realizado no âmbito da empresa "Imagens Marginais".

«Relatos Falsos para um Falso Diário[III]»





As exposições «Deolinda era o nome do meu vizinho de baixo» (Central Tejo, 2001) e «Um beijo com sabor a gelado, como vem nos livros» (Espaço Cinearte, 2002) deram origem à exposição «Relatos Falsos para um Falso Diário», inaugurada na Bienal de Vila Franca de Xira em 2003. Este trabalho foi 1º Prémio na VII Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira; em 2003 e o 2º Prémio na VI Bienal de Fotografia da Moita no mesmo ano. É Publicado, em 2003, Relatos Falsos para um Falso Diário a partir do ensaio "Apontamentos de um Quotidiano", edição de 100 exemplares manufacturados.

«Relatos Falsos para um Falso Diário [II]»






As exposições «Deolinda era o nome do meu vizinho de baixo» (Central Tejo, 2001) e «Um beijo com sabor a gelado, como vem nos livros» (Espaço Cinearte, 2002) deram origem à exposição «Relatos Falsos para um Falso Diário», inaugurada na Bienal de Vila Franca de Xira em 2003. Este trabalho foi 1º Prémio na VII Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira; em 2003 e o 2º Prémio na VI Bienal de Fotografia da Moita no mesmo ano. É Publicado, em 2003, Relatos Falsos para um Falso Diário a partir do ensaio "Apontamentos de um Quotidiano", edição de 100 exemplares manufacturados.

«Relatos Falsos para um Falso Diário [I]»






As exposições «Deolinda era o nome do meu vizinho de baixo» (Central Tejo, 2001) e «Um beijo com sabor a gelado, como vem nos livros» (Espaço Cinearte, 2002) deram origem à exposição «Relatos Falsos para um Falso Diário», inaugurada na Bienal de Vila Franca de Xira em 2003. Este trabalho foi 1º Prémio na VII Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira; em 2003 e o 2º Prémio na VI Bienal de Fotografia da Moita no mesmo ano. É Publicado, em 2003, Relatos Falsos para um Falso Diário a partir do ensaio "Apontamentos de um Quotidiano", edição de 100 exemplares manufacturados.

«Uma outra Lisboa»



Em 2005 a convite da Companhia Teatral do Chiado e para ilustrar cénicamente a peça "Paris é uma miragem", fotografei alguns locais de Lisboa.
As fotografias foram realizadas com uma máquina Holga.

«Castro»








Em 1997 realizo o projecto fotográfico “Castro
Exposição em e sobre Castro Verde
Trabalho realizado a convite da Câmara local e juntamente com José Barata e António Lopes.
Este trabalho foi adquirido pelo Centro Português de Fotografia - Ministério da Cultura.
Passou a integrar a Colecção Nacional de Fotografia.

«Porto de Lisboa»









Em 1996, apresento pela primeira vez a exposição «vovó amava um marujo que andara nos mares do sul» (imagens e texto), em Rio Maior, mais tarde adaptada e de novo exposta com o título «Atlântico» na Central Tejo, com José Barata (1999), e «olhares esquecidos por ventos trazidos» na Bienal de Fotografia de Cascais (2000). O trabalho preparatório dessa exposição, intitulado «O Antunes pescava de noite quando me ensinou um segredo», foi recuperado em 2003, numa exposição do Movimento de Expressão Fotográfica. Este ensaio fotográfico teve origem no trabalho sobre o Porto de Lisboa que agora aqui apresento e foi realizado em conjunto com José Barata.

«Trabalho do Milho»










Trabalho de 1992, tendo sido apresentada a exposição «Vila Nova do Ceira» («Trabalho do Milho») na Semana Fotográfica de Orense (Espanha), no Centro Cultural de Belém, nos Encontros Fotográficos de Almada, na Primavera Fotográfica de Faro e ainda na EXPO 98.

«Contactos»

correio electrónico: lrocha.mef@gmail.com
contacto telefónico: 00351 96 252 74 53
Fax: 00351 21 342 97 82
morada: Beco dos Aciprestes, 14 - 3º
1200-006 Lisboa - Portugal

«Luís Rocha Photografia»

LUÍS ROCHA
Nasceu em Lisboa a 17 de Maio de 1970.
Completou o Curso de Imagem e Artes Visuais na Escola de Artes Visuais António Arroio e o Curso de Fotografia do IADE.
Diplomado pela APAF com o curso de Fotografia Profissional.
Diplomado pelo Instituto Politécnico de Tomar com o Curso de Conservação e Restauro de Fotografia e Processos Fotográficos do séc. XIX.
Diplomado pelo Centro de Arte e Comunicação Visual (A.R.C.O.) com o Curso de História da Fotografia.
Pelo Centro de Formação Profissional de Artes Gráficas e Multimédia obteve Formação Pedagógica Inicial de Formadores.
Enquanto fotógrafo, foram-lhe atribuídos vários prémios, entre os quais:
em 1994, o 3º Prémio no Concurso Internacional “Young Europeans Artists”;
em 1997, o 1º Prémio na III Bienal de Fotografia da Moita;
em 1999, o 3º Prémio na IV Bienal de Fotografia da Moita;
em 2001, o 1º Prémio na V Bienal de Fotografia da Moita

e o 1º Prémio na VII Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira;
em 2003, o 2º Prémio na VI Bienal de Fotografia da Moita.

Publicou, em 2003, Relatos Falsos para um Falso Diário, edição de 100 exemplares manufacturados e, no ano seguinte, Como uma história que vamos viver juntos, em parceria com a fotógrafa Tânia Araújo.

Luís Rocha tem obras suas em colecções diversas:
no Centro Português de Fotografia do Ministério da Cultura,
na BP Oil Europe (Inglaterra),
nas Câmaras Municipais de Vila Franca de Xira e de Castro Verde,
e ainda no Movimento de Expressão Fotográfica, de que é sócio fundador e Director do Conselho Artístico.

Expõe desde 1992, tendo apresentado a exposição «Vila Nova do Ceira» («Trabalho do Milho») na Semana Fotográfica de Orense (Espanha), no Centro Cultural de Belém, nos Encontros Fotográficos de Almada, na Primavera Fotográfica de Faro e ainda na EXPO 98.

Em 1996, apresentou pela primeira vez a exposição «vovó amava um marujo que andara nos mares do sul» (imagens e texto), em Rio Maior, mais tarde adaptada e de novo exposta com o título «Atlântico» na Central Tejo, com José Barata (1999), e «olhares esquecidos por ventos trazidos» na Bienal de Fotografia de Cascais (2000). O trabalho preparatório dessa exposição, intitulado «O Antunes pescava de noite quando me ensinou um segredo», foi recuperado em 2003, numa exposição do Movimento de Expressão Fotográfica.

As exposições «Deolinda era o nome do meu vizinho de baixo» (Central Tejo, 2001) e «Um beijo com sabor a gelado, como vem nos livros» (Espaço Cinearte, 2002) deram origem à exposição «Relatos Falsos para um Falso Diário», inaugurada na Bienal de Vila Franca de Xira em 2003.

Em 2004, as exposições «Tentei relacionar imagens que não eram relacionáveis» (Galeria Bento Martins, em Carnide) e «O Mundo do Faz de Conta» (Pavilhão Preto, Museu da Cidade) iniciam um projecto mais amplo designado «Projecto_Lisboa».

Foi fundador da empresa Imagens Marginais e tem trabalhado, desde 1993, como fotógrafo em diversas revistas e instituições artísticas, além de ser Formador de Fotografia desde 1994, actividade que continua a desempenhar actualmente no Instituto do Emprego e Formação Profissional.

O seu trabalho como Fotógrafo de Cena iniciou-se em 1991, na Atlântida – Estúdios de Produção e Cinema, passando entretanto por várias companhias.

Texto de : Gustavo Rubim

Sábado, Julho 30, 2005

comentários

[para comentar enviar e-mail para: lrocha.mef@gmail.com
que de seguida o comentário será aqui publicado]
No site Olha o boneco do MEF coloquei esta minha pequena historia:
A minha história...
Bem...
vou tentar descrever a minha história...
eu queria ser desenhador, fui desenhador publicitário...
quando entrei para um atelier de design,
havia por lá um fotógrafo e como no atelier o trabalho era,
ou muito ou não se fazia nada, eu acabei por me interessar
por acompanhar na Câmara Escura o trabalho do fotógrafo.
Quando o Carlos (o tal fotógrafo e hoje meu amigo) recebeu
umas fotos que tinha enviado para um concurso eu ao olhar para elas
percebi que aqulio que eu queria era a fotografia
(pensava eu na altura que era uma forma mais fácil de desenhar),
para quem tenha conhecimentos de história de fotografia
vai reparar que o Cartier-Bresson tem uma história parecida,
já não se pode ser original...
Aprendi fotografia com a minha Zenith, que ainda conservo...
Comprei mais tarde a tão badalada Nikon FM2
que veio a ser roubada por um aluno, não tenho provas, enfim...
Venho a largar de vez o desenho e a ficar ligado à fotografia
quando o meu Patrão da altura me proibiu de ir estudar
os hábitos de consumo do pessoal que compra manteigas
nos super mercados porque pensava que eu queria era borga,
o que um gajo curte nos super mercados é hilariante...
Bem eu estava a desenhar (a arte final) um logo para uma manteiga
e queria perceber por que razão
nós pegamos numas embalagens e noutras não...
ele não me deixou sair e eu despedi-me...
aí fui para a tropa... (seria outra história).
Quando saí fui trabalhar na Televisão, com o ToZé Martinho...
onde fui fotógrafo de cena...
Saí da televião quando aparece a SIC
e dedico-me ao teatro e à dança enquanto fotógrafo,
depois vou para o Fotojornalismo,
mais tarde embarco na construção de uma revista de arquitectura
e de decoração de interiores, faço fotografia de editorial,
trabalho para agências de retrato de actores e modelos,
formo uma empresa "Imagens Marginais" com dois amigos,
fundo com os alunos de Carnide o MEF-Movimento de Expressão Fotográfica,
onde agora dedico 90% do meu tempo.
Deixei de ser fotógrafo profissional
(deixou de ser a minha actividade principal, agora sou formador no I.E.F.P.)
por opção e em termos fotográficos dedico o meu tempo a projectos de autor
como agora o projecto_Lisboa onde está inserido o MEF
e a Oficina da Fotografia - Câmara Municipal de Lisboa.
Em traços gerais a minha história...
Luís Rocha
O meu amigo Canhoto escreveu isto de seguida:
Um livro aberto.
Tu sempre foste assim: espontâneo, mas sem nunca descurares o enigma da coisa.
E a coisa a que me refiro é somente a tua genialidade humana.
Agustina Bessa-Luís escreveu um dia:
"Todos nós temos os nossos jardins secretos".
O Luís Rocha tem um jardim secreto cujo segredo reside bem mais na facilidade de abertura dos seus portões que no seu enclausuramento.
(qualquer dia pensam que tenho um caso contigo!!!! -
Não tenho, apesar dos beijos na boca!)
Abraços!
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No mesmo blog e o mesmo amigo
no dia dos meus 35 anos escreveu:
Terça-feira, Maio 17, 2005

Homenagem

Num esbelto corpo de atleta reformado,
Proeminente barriguinha, acentuada calvície,
Um castiço ser, atenta na gente.
Respira eterna juventude, alegre fado;
Podia ter sido padre ou escravo da velhice,
Se não fosse intrépido transeunte.
Aperaltado em T-shirts abonecadas,
Calçando coloridas sapatilhas de miúdo,
Oferece-nos imagens em genialidade sobeja.
Mas cheira-me, que em noites menos inspiradas,
Não há dúvidas onde se transforma em peixe graúdo:
Na Baliza…bebendo cerveja!
Ahh, chega de deambulações em romantismo sideral,
Que mania essa de adormecer no espaço!
Ouvem-se trombetas, estridentes sinos de metal.
Parabéns menino Rocha!
Aqui fica um grande abraço!
MM
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